Poema- Lágrimas de tristeza e alegria

Hoje trago um poema sobre tristeza e alegria, um texto curto inspirado numa conversa com alguém que conheço há muitos anos.

Nos últimos dias tenho me dedicado a escrever contos e crônicas e não sei o motivo de ter me aventurado em um poema.

Talvez seja influência do momento que estou vivendo ou pura curiosidade.

O que importa é que gostei do resultado e espero que você também goste.

Boa leitura!

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Lágrimas de tristeza e alegria

Eu sou existência sem significado, acerto sem crescimento, ação sem propósito (seja lá o que propósito possa ser)

Eu sou desuso, sou pose sem vitória, sou força sem os limites da função:

  • cego;
  • surdo;
  • louco;
  • derrotado;
  • vazio;
  • vadio!

Vivo (e viver é manifestar alegria e enfrentar a tristeza)

Sou só, porque a solidão é companheira daquilo que chamo de felicidade.

Não sou nada, não sou ninguém, não sou tempo, lugar ou peso, seco!

Resisto ao medo, enfrento o espelho, eu permaneço:

  • instinto…
  • insisto…
  • lixo…

Nada.

Convivo com lágrimas de tristeza e alegria, malditas conhecidas de longa data, ambas convertidas em força por meu coração

Ah! Se o mundo pudesse sentir minha alegria e meu esforço diário para repudiar a tristeza!

Meu maior desafio é a automotivação! É buscar em mim mesmo as razões para lutar por meus objetivos

Alegria de viver

A alegria de viver é a energia contagiante que me inspira como uma espécie de farol interior que ilumina meus passos

Cada novo amanhecer fortalece esse farol, que se alimenta de gratidão e nos aproxima a preciosidade da vida.

Essa luz resplandece em minha vida e me inspira a compartilhá-la com todos ao meu redor.

Em todo caso, acompanhado pelo “sou” ou pelo “não sou”, eu continuo, porque minha motivação é a vida implícita em cada fração de segundo no qual me é permitido viver!

Então eu agradeço e sigo…

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